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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Carros receberão chip espião em 2011

Sistema de armazenamento de dados sobre o veículo inclui localização e multas tomadas O Siniav (Sistema Nacional de Identificação Automática de Veículos) será uma forma de rastreamento de dados dos veículos nacionais. Carros, motos, caminhões e ônibus deverão ter um chip implantado obrigatoriamente até 2014, caso o uso do chip seja negado pelo condutor acarretará em multa grave e 5 pontos na CNH (multa equivalente hoje a R$127,69).

As informações dos Chips serão captadas por antenas distribuídas pelas principais vias do país e transmitidas para os Detrans. Em um primeiro momento, os chips serão instalados gratuitamente pela empresa responsável e depois poderão sair direto das montadoras.

O objetivo principal é tentar reduzir o número de roubos, furtos e inadimplência das cidades, além de ajudar na vistoria do rodízio e limites de velocidade. Os estados do Rio de Janeiro e São Paulo serão os primeiros a receber a tecnologia. 20 mil antenas devem ser instaladas pelo país, entre elas, 2.000 no Rio de Janeiro e 3.000 em São Paulo.

Fonte: Seguros Inf
APPV.

A INSEGURANÇA E O SEGURO

Não há muito mais que possamos comentar aqui além do que já está sendo dito em outros blogs e artigos no jornal nestes dias. Mas também não poderiamos deixar passar em branco uma série de acontecimentos que tem justamente os automóveis como símbolos. Um triste "ícone" do carro queimado por bandidos acompanha praticamente todas as matérias e, indiretamente, está ilustrando uma outra discussão que nos interessa a todos, donos e apreciadores de carros. Afinal, o seguro contra incêndio cobre a perda do carango pela ação de um bandido?

Hoje mesmo, ouvindo o rádio e lendo o Globo, vimos análises opostas vindas de dois representantes gabaritados das seguradoras. Para o primeiro, o incêndio dos carros é um ato de terrorismo, não relacionado a acidente ou roubo e, portanto, não deve ser coberto pela apólice.

Para o segundo, trata-se de um desdobramento de um assalto à mão armada - o objetivo inicial e principal do agressor é roubar, o incêndio é uma consequência disso. Além disso, percentualmente, os casos desse tipo verificados até agora não configurariam uma revolta ou puro vandalismo, previstos nos contratos. Pessoalmente, fico com essa segunda interpretação.

Seria muito bom se a entidade responsável pela normatização e fiscalização das seguradoras se manifestasse claramente a esse respeito e o quanto antes.

Fonte: G1.com.br - Portal de Notícias da Globo
Editado por: APPV

Chance de ganhar até R$ 25 mil por mês no setor de seguros

Que tal ganhar um salário de até R$ 25 mil trabalhando em um dos segmentos que mais cresceram no contexto da economia brasileira nos últimos anos? Pois essa possibilidade está mais perto de se realizar para quem conclui o curso Superior de Administração com Ênfase em Seguros e Previdência, da Escola Superior Nacional de Seguros, cujas inscrições para o vestibular que selecionaria as próximas turmas estão abertas até o dia 05 de janeiro.

Aquele valor não é aleatório. Segundo o Guia Salarial 2010/2011 elaborado pela empresa de recrutamento Robert Half, um gerente com até dois anos de experiência em uma seguradora pode receber remuneração mensal de até R$ 10 mil. Essa remuneração chega a R$ 25 mil no caso de um diretor técnico com esse mesmo tempo no cargo.

Vale lembrar que aquele curso segue padrão tão rigoroso que recebeu do Ministério da Educação uma nota 4 em uma escala que vai até 5. O rigor na formação profissional do aluno torna esse curso um fornecedor natural de executivos altamente preparados para exercer funções de comando em seguradoras.

O vestibular está marcado para o dia 9 de janeiro. A inscrição, cuja taxa é de R$ 30,00, deve ser feita no site www.esns.org.br, onde também estão disponíveis os editais para download. Para o primeiro semestre de 2011, são oferecidas 45 vagas em São Paulo e 50 no Rio de Janeiro. As aulas estão previstas para começar em fevereiro.

Fonte: Infonet
APPV.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Seguradora faz cliente esperar guincho por mais de duas horas

O leitor Antônio Mello conta que bateu seu veículo quando trafegava por uma rodovia e teve o para-choques danificado, além de outros estragos. Ele solicitou o guincho e o táxi para sua locomoção através do seu seguro. "Liguei diversas vezes para o 0800 da respectiva central e não fui atendido. Como estava em local ermo, escuro e sem acostamento, sem notícia a respeito do táxi e do guincho, necessitava de retorno", diz. Após duas horas e meia, apenas o guincho apareceu. Segundo ele, o carro, que deveria ter passado pela perícia na oficina em 24 horas, ainda não foi vistoriado. Além disso, o leitor reclama que só terá direito a um carro reserva após a perícia.

RESPOSTA da Seguradora: A Brasilveículos lamenta e diz que contatou o leitor para esclarecer o caso. A seguradora informa que os reparos no automóvel já foram autorizados.

Lembrem que a Brasilveículos é a seguradora do Banco do Brasil, ou seja, você faz o seguro no banco e na hora do aperto não têm com quem falar. Você fica refem do 0800 e da boa vontade do atendente.
Por isso, mais uma vez fica provado, seguro têm que ser com Corretor de Seguros. Este sim é o profissional do seguro e nos casos em que você está sem amparo é Ele quem vai lhe ajudar e agilizar os serviços do seu seguro.

O seguro é muito bom e necessário, mas faça com o Corretor para evitar transtornos e incômodo a você mesmo.


Fonte: Folha de São Paulo
Editado por: APPV.

Seguro no cartão

Os cartões entraram no radar do mercado segurador. Pesquisa revela que 54% dos brasileiros possuem seguro para cobrir gastos feitos por terceiros em caso de perda ou roubo do cartão. O levantamento foi realizado pela consultoria do setor CardMonitor. Outras modalidades também estão ganhando destaque. Os seguros de vida estão presentes na carteira de 7% das pessoas pesquisadas.

Já os de acidentes pessoais estão em 5% dos cartões, segundo a consultoria. "O cartão é o veículo ideal para a venda de diversos tipos de seguros, principalmente os mais simples, que só fazem sentido, do ponto de vista financeiro, se forem massificados", explica José Antonio Carvalho, sócio da CardMonitor. A pesquisa, que será apresentada na próxima quinta-feira no 2º Fórum CardMonitor de Inteligência de Mercado, em São Paulo, ouviu 1.758 pessoas, em 11 cidades brasileiras.

Fonte: Folha de São Paulo
APPV.