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segunda-feira, 21 de março de 2011

8 dicas para criar um negócio inovador

Conheça estratégias para garantir o sucesso de uma startup e torná-la atraente para os investidores


Abrir um negócio próprio é cada vez mais uma opção feita tanto por jovens que acabaram de sair da faculdade quanto por profissionais experientes que querem mudar os rumos da sua carreira.

Além de uma mudança de mentalidade, o movimento é puxado por um interesse cada vez maior por parte de investidores em colocar dinheiro em novos negócios no Brasil.
O volume de capital de risco disponível no país, especialmente para negócios em estágio inicial de desenvolvimento, nunca foi tão grande.
Mas, para conquistar estes recursos, não basta ter qualquer idéia de negócio. O momento é dos negócios inovadores, com alto potencial de crescimento e modelos escaláveis – as chamadas startups.
Confira seguir algumas dicas para criar um negócio com este perfil e aumentar suas chances de sucesso:

1. Entenda como funciona uma startup
Uma startup não é apenas qualquer negócio em fase inicial de desenvolvimento – pelo  menos não na visão dos investidores. O que eles buscam são negócios com modelos inovadores e escaláveis, capazes de atingir um grande volume de clientes e gerar alto valor. Para ter sucesso, aprenda a diferenciar uma startup de uma pequena empresa convencional.

2. Ponha sua idéia à prova

Se você acha que teve uma boa idéia de negócio, o primeiro passo é saber se ela é realmente boa. Converse com amigos, familiares e colegas para ver o que eles acham e faça uma pesquisa ampla do mercado para avaliar se realmente existe oportunidade para o negócio. Confira ainda algumas dicas para desenvolver melhor sua idéia.

3. Defina um modelo de negócio
O primeiro passo para quem quer emplacar uma startup de sucesso é ter um bom modelo de negócios, ou seja, saber exatamente como vai lucrar com os seus serviços ou produtos. Alguns apostam na assinatura, outros no patrocínio ou ainda na venda tradicional. O importante é ter clareza de como a receita vai chegar. Saiba como chegar ao modelo de negócio ideal.

4. Busque um mentor

Administrar o próprio negócio é muitas vezes uma tarefa solitária e árdua, especialmente para quem está começando. Um bom mentor pode colaborar para colocar a empresa no caminho certo e ajudar o empreendedor a fazer contatos estratégicos. Conheça melhor as vantagens de ter um mentor.

5. Reúna um bom time
Dificilmente uma única pessoa terá todas as características e habilidades necessárias para fazer com que um negócio dê certo. Para garantir o sucesso do empreendimento, é necessário buscar colaboradores com perfis complementares e que possam trazer contribuições estratégicas para o projeto. Especialmente na fase inicial do negócio, comprometimento e entusiasmo são fundamentais. Saiba como reunir um bom time para sua startup.

6. Identifique a opção de investimento ideal para você
Com o desenvolvimento do mercado de capital de risco no Brasil, começamos a ter opções variadas de fontes de recursos, como capital semente, investidores anjo, venture capital e private equity. É importante entender qual o perfil e o porte de investimento ideal para o seu negócio. Conheça as diferenças entre os tipos de investidores.

7. Saiba quem está investindo
Uma vez definido o tipo de capital ideal para sua empresa, é hora de ir atrás dos investidores. Confira uma lista de investidores que estão de olho em startups brasileiras.

8. Prepare um bom pitch
Se você conseguir marcar um encontro com um investidor ou tiver a oportunidade de falar com um deles durante um dos vários eventos de relacionamento promovidos pelas entidades de apoio a startups – os chamados meetups -, é fundamental estar pronto para vender sua ideia de forma clara, objetiva e concisa. Veja como elaborar um bom pitch.

Fonte: EXAME.COM
Por: Daniela Moreira
APPV.

Quer ser um bilionário? Abra um banco no Brasil

Dos 30 integrantes do país no ranking de fortunas da revista americana Forbes, 13 têm sua riqueza ligada ao setor bancário

O ranking das pessoas mais ricas do mundo em 2010, divulgado na semana passada, evidenciou um traço particular da economia nacional: 13 dos 30 integrantes do país na relação da revista americana Forbes têm suas fortunas oriundas do setor bancário. Essa expressiva participação de banqueiros – que não se repete nos países desenvolvidos nem nos emergentes, em cujas listas há predomínio de empresários dos mais diversos setores produtivos – evidencia como o modelo econômico do Brasil cria condições para o florescimento do mercado financeiro, na mesma medida em que retarda o aparecimento de novos bilionários ligados à economia real.

Dos 12 novos integrantes brasileiros do ranking, sete são antigos acionistas do Itaú Unibanco, o segundo maior banco do país. Em 2010, o Itaú registrou o maior lucro da história dos bancos brasileiros, de 13,3 bilhões de reais, com alta de 32,3% na comparação com 2009. Outros dois estreantes são acionistas do Bradesco, o terceiro maior banco nacional.

Segundo analistas ouvidos pelo site de VEJA, a primeira conclusão a que se chega é que a taxa de juros no país, uma das mais altas do mundo, tende a impulsionar as margens de lucros das instituições financeiras. A taxa básica de juros da economia, a Selic, fechou 2010 em 10,75% ao ano. Em 2011, já no governo Dilma, passou a 11,75% ao ano, após duas altas consecutivas de 0,5 ponto porcentual realizadas pelo Banco Central, em sua tarefa de impedir o avanço da inflação. “Esse quadro é resultado de um estado gastador que precisa segurar a economia via altas taxas de juros”, explica Alexandre Assaf Neto, professor de finanças da Universidade de São Paulo (USP).

Na visão do economista José Márcio Camargo, da Opus Consultoria, há outras razões que determinam o fenômeno. Ele afirma que – embora o país seja um importante produtor de commodities e tenha se beneficiado da alta dos preços destes produtos, como petróleo e minério de ferro – ainda não “deu tempo” de o Brasil gerar muitos bilionários. A explicação é que as grandes companhias desses setores eram estatais até pouco tempo atrás, no caso da Vale, ou ainda são estatais, como a Petrobras. “Com exceção do Eike Batista, ainda não se gerou nenhum outro bilionário de peso”, afirma. Camargo também avalia que a industrialização brasileira foi calcada em investimento direto estrangeiro e, portanto, os donos e executivos das multinacionais não moram no país.

Por fim, a menor concentração de bilionários ligados à economia real do Brasil na lista da Forbes também é conseqüência dos problemas estruturais do país, que impedem que as empresas, sobretudo a indústria, sejam tão lucrativas como as estrangeiras. O Brasil figura atualmente na 58ª colocação no ranking de competitividade do Fórum Econômico Mundial e sua posição é determinada por questões já muito familiares aos empresários locais, como a infraestrutura insuficiente, a carga tributária sufocante, a falta de mão de obra qualificada e – por que não? – os juros altos. “O juro alto impede o crescimento das empresas. Uma taxa menor possibilitaria que o empresário tomasse dívida para fazer a empresa crescer”, explica Márcio Garcia, professor de economia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). Logo, teríamos mais bilionários.

Fonte: VEJA.COM
APPV.

quarta-feira, 16 de março de 2011

COMO ESCOLHER SEU PLANO DE PREVIDENCIA.

É preciso cautela, atenção e informação na hora de contratar o seu plano de previdência privada. A primeira coisa é definir qual seu perfil de investidor: se você topa correr riscos, ou se é conservador. Depois é hora de olhar para os benefícios fiscais. Eles são importantes para investimentos de longo prazo, como o Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL), indicado para abatimento no Imposto de Renda (IR), para quem declara pela tabela completa, e o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL). Para usufruir dos benefícios fiscais, o ideal é escolher de maneira correta o sistema de tributação.


A tabela regressiva vale a pena para quem vai ficar com o plano por pelo menos 10 anos e, com isso, pagará apenas 10% de IR. Já a tabela progressiva tem desconto único de 15%. Também é importante ficar atento às taxas cobradas pelas seguradoras periodicamente e negociá-las sempre. As taxas de administração, que são cobradas sobre os rendimentos, e as taxas de carregamento, que incidem sobre os aportes feitos por você, chegam a 5% e podem corroer boa parte de seus rendimentos.

Além disso, há outro ponto a ser observado. Muitas seguradoras hoje trabalham com produtos de previdência que investem uma parcela maior do patrimônio em ações, o que gera mais ganhos para o investidor. Banco do Brasil, Itaú Unibanco e Icatu Hartford usam simuladores automáticos de maior alavancagem em ativos variáveis para o investidor jovem, na faixa até 35 anos, que esteja longe de sua data-alvo para resgate do dinheiro. Já Bradesco e Santander Seguros não usam esse sistema. “Cada plano é montado individualmente, considerando o perfil do investidor. Tem gente que é jovem, mas não quer nem saber de bolsa, e tem gente mais velha que quer correr mais risco”, diz Lúcio Flávio Condurú de Oliveira, diretor-geral do Bradesco Vida e Previdência, em São Paulo.


Tabela Biométrica
Já ouviu falar em tábua atuarial ou tabela biométrica? Parecem palavrões, mas não são. As duas expressões têm o mesmo sentido e são termos técnicos do mundo das seguradoras. Elas servem de referência para realizar o cálculo do benefício com base na expectativa de vida das pessoas. O problema é que a última atualização dessas tabelas biométricas foi no ano 2000 e a referência usada foi a da sociedade americana, o que sugere uma projeção de vida diferente da brasileira. Problema para a seguradora, não para o segurado. Quanto mais antiga for a tábua biométrica, maior será a bolada mensal que o investidor irá receber.

Com o uso dessas tabelas, o pagamento do dinheiro é calculado para ser distribuído num prazo de vida menor. Mas os planos de previdência têm de arcar com a renda vitalícia, seja qual for o tempo que o segurado vai viver. O mercado de previdência privada está a pleno vapor. No âmbito da regulamentação do caráter tributário há a discussão da implementação de dois novos modelos de planos de previdência vinculados a interesses específicos: saúde e educação. Eles serão planos de previdência que podem ter parte de seus recursos, na data-alvo de regate, utilizada para pagar tratamentos de saúde ou algum projeto ligado à educação dos filhos. Esses planos terão benefício fiscal adicional.

Tributação Progressiva Compensável
No resgate, a incidência de IR na fonte ocorre, de forma antecipada, à alíquota única de 15%, e no recebimento de renda, conforme a tabela progressiva do IR. Os valores pagos podem ser compensados ou restituídos na declaração de ajuste anual do Leão, de acordo com as despesas médicas, escolares, ou com os dependentes econômicos.

Tributação Regressiva Definitiva
Ao longo do tempo, as alíquotas do IR na fonte diminuem. Assim, quanto mais tempo o dinheiro ficar investido, menos imposto será pago. No momento o resgate ou recebimento da renda, a incidência de IR ocorre de forma definitiva e exclusiva na fonte, começando em 35%, com redução a cada dois anos, até atingir 10% para prazos acima de 10 anos.

O plano ligado à saúde está mais adiantado e pode ser aprovado ainda neste ano. Como as despesas médicas já são dedutíveis do IR, não deve haver resistência da Receita Federal e do governo em editar a regulamentação da medida. “A idéia é que a empresa de previdência, a pedido do segurado, possa pagar uma despesa médica qualquer que ele necessite fazer sem tributação alguma”, diz José Eduardo, da BrasilPrev. No caso do plano ligado à educação, a questão é mais complexa, pois implicaria isenção fiscal em uma área em que existem limites para o abatimento no IR.

Fonte: Você S/A.
 por Chrystiane Silva
APPV.

terça-feira, 15 de março de 2011

A Previdência do governo faliu e, para se aposentar bem, só com um fundo complementar

Uma coisa é certa. Se há uma lição que o brasileiro está aprendendo direitinho nos últimos anos é pensar cada vez mais cedo na aposentadoria. Hoje, já existem 14 milhões de pessoas com planos de previdência complementar no país. Ainda é pouco, já que a população é de 190 milhões de brasileiros, mas essa situação deve ser alterada nos próximos anos. Há pelo menos três boas razões para essa mudança.

A primeira é que a Previdência Social, do governo federal, faliu. Até agosto, o rombo no sistema previdenciário (a diferença entre as contribuições feitas por quem está trabalhando e os pagamentos feitos aos segurados já aposentados) chegou a 39 bilhões de reais. É um buraco enorme. A Previdência Social utiliza o modelo de repartição simples, ou pacto de gerações, no qual há solidariedade entre as pessoas na construção do sistema. Assim, os recursos contribuídos por todos os trabalhadores fi nanciam a concessão de benefícios e aposentadorias. “Entretanto, a cada dia que passa esse sistema atende menos às necessidades da população”, diz Osvaldo Nascimento, diretor de produtos de investimentos do Itaú Unibanco, em São Paulo. Essa conta do governo, que não fecha, nos dá a certeza de que, se não U começarmos a guardar corretamente nossas economias desde cedo, enfrentaremos dificuldades financeiras na terceira idade. A segunda razão diz respeito à estruturação do mercado financeiro.

Com a estabilidade econômica, planejar a aposentadoria e organizá-la como plataforma de investimentos se faz cada vez mais necessário. “Como previdência é produto de longo prazo, o investidor deve pensar como chegar ao futuro com maior volume de recursos possível”, diz José Eduardo Vaz Guimarães, diretor de marketing e produtos da BrasilPrev, do Banco do Brasil, em São Paulo. Não adianta mais colocar o dinheiro no banco e esperar que ele renda apenas com as altas taxas de juros.

Agora, é preciso traçar uma estratégia de investimentos para que sua grana seja sufi ciente para realizar seus sonhos daqui a uns anos. Soma-se a tudo isso a terceira razão, que é o fato de o brasileiro estar vivendo muito mais. Em 2010 a expectativa de vida será de 73,4 anos.

Já foi de 62,6 anos na década de 80 e passará para 81,3 anos em 2050, segundo cálculos do Instituto Brasileiro de Geografi a e Estatística (IBGE). Com isso, teremos uma preocupação adicional: será que a grana acumulada durante o período de trabalho será sufi ciente para vivermos mais 10 ou 20 anos? Enquanto a reforma da Previdência Social não vem, o único jeito de garantir dinheiro no futuro é por meio da previdência privada.
 


Fonte: Você S/A. por Chrystiane Silva
APPV.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

BIG BROTHER BRASIL - por Luiz Fernando Veríssimo

Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço...A  décima primeira (está indo longe!) edição do BBB é uma síntese do que há de pior na TV brasileira. Chega a ser difícil,... encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência.
 Veja como Pedro Bial tratou os participantes do BBB. Ele prometeu um “zoológico humano divertido” . Não sei se será divertido, mas parece bem variado na sua mistura de clichês e figuras típicas.
Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível. Em um e-mail que  recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo.

Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construída nossa sociedade.

(Luiz Fernando Veríssimo)
APPV.
Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa..., ir ao cinema..., estudar... , ouvir boa música..., cuidar das flores e jardins... , telefonar para um amigo..., visitar os avós... , pescar..., brincar com as crianças... , namorar... ou simplesmente dormir.
Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores.
(Poderiam ser feitas mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000 computadores!)
Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social: moradia, alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros?
Veja o que está por de tra$$$$$$$$$$$$$$$$ do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão.
E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a "entender o comportamento humano". Ah, tenha dó!!!
O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral.
Heróis, são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada, meses atrás pela própria Rede Globo.
Heróis, são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna.
Heróis, são milhares de brasileiros que sequer têm um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir e conseguem sobreviver a isso, todo santo dia.
Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros: profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores), carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor, quase sempre mal remunerados..
São esses nossos exemplos de heróis?
Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis?
Eu gostaria de perguntar, se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.
Dizem que em Roma, um dos maiores impérios que o mundo conheceu, teve seu fim marcado pela depravação dos valores morais do seu povo, principalmente pela banalização do sexo. O BBB é a pura e suprema banalização do sexo. Impossível assistir, ver este programa ao lado dos filhos. Gays, lésbicas, heteros... todos, na mesma casa, a casa dos “heróis”, como são chamados por Pedro Bial. Não tenho nada contra gays, acho que cada um faz da vida o que quer, mas sou contra safadeza ao vivo na TV, seja entre homossexuais ou heterosexuais. O BBB é a realidade em busca do IBOPE...